sábado, 24 de junho de 2017

Prefeitura lança campanha “Aleitamento Materno - Doar é um gesto que salva vidas”



A Prefeitura do Rio lançou no sábado, 27 de maio, a campanha "Aleitamento Materno – Doar é um gesto que salva vidas". O objetivo é conseguir o maior número de doações e garantir a alimentação dos bebês internados nas maternidades da cidade. O lançamento foi no posto de coleta de leite humano da Clínica da Família Bárbara Mosley, no Anil, em Jacarepaguá, onde cerca de 120 mães que estão amamentando compareceram para fazer a doação, a maioria delas pela primeira vez.

"É uma campanha cultural. Queremos pedir às mães do Rio de Janeiro que nos ajudem doando o melhor alimento que tem, que é o leite materno", disse o prefeito Marcelo Crivella, que lançou a campanha junto com o secretário de Saúde, Marco Antonio de Mattos, e entregou pessoalmente o certificado de doadora a algumas mães que fizeram a doação neste sábado, como Bruna da Silva Aguiar. 

O leite materno é o alimento ideal para os bebês, mas nem todas as mulheres conseguem amamentar. O entreposto de leite humano da CF Bárbara Mosley, recém-inaugurado, está com estoque baixo. Atualmente, a unidade - que desde o pré-natal esclarece e estimula as mães a doarem o leite após o nascimento dos bebês - tem 23 mães doadoras cadastradas e, por semana, envia 4 litros de leite para a Maternidade Leila Diniz, na Barra. A meta é chegar a 10 litros semanais.

Uma das primeiras doadoras cadastradas na CF Bárbara Mosley, a agente comunitária de saúde Joice Veloso Barbosa teve sua filha Isabele há nove meses na Maternidade Leila Diniz. Foi lá que ela viu a dificuldade das mães de bebês internados na UTI neonatal e, ao voltar ao trabalho na clínica, após a licença maternidade, começou a fazer as doações: "Doar leite é doar vida", ressaltou.

Rosane Maria da Silva Nascimento saiu de Paciência para doar seu leite na clínica da Família do Anil. Seu filho, Luiz Miguel, que hoje tem dois meses, nasceu prematuro e, ao viver essa situação, ela percebeu a importância do leite doado para as mães que não conseguem amamentar e vivem a tensão da fragilidade dos filhos.

O que é preciso para ser doadora:

Para ser uma doadora de leite materno, é exigido que a candidata esteja em boa saúde, não use medicamentos, álcool ou drogas, não seja fumante, e apresente exames do pré ou do pós-natal comprovando estar apta clinicamente. Na primeira doação, feita no posto de coleta, as mamães recebem um kit com frascos estéreis, gorro, máscara, gaze e fazem a higienização adequada das mãos e dos mamilos.

Os Bancos de Leite Humano (BLH) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) são centros especializados, responsáveis pela promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. O leite humano doado passa por um processo de pasteurização e todo controle de qualidade para ser utilizado pelos bebês internados nas unidades neonatais.

As doações podem ser feitas nos seguintes postos de coleta ou bancos de leite:

Postos de Coleta de Leite Humano:

Região da Zona Sul e Adjacências

· Centro Municipal de Saúde Doutor Albert Sabin

Estr. da Gávea, 250 - Gávea

· Clínica da Família Roberto Correia Lima
Rua São Clemente 312 - Botafogo

Região da Leopoldina

· Centro Municipal de Saúde Samora Machel

R. Principal, s/n - Parque Maré

· Centro Municipal de Saúde Nagib Jorge Farah
Praça Michael Cheib, s/n - Jardim America

· Centro Municipal de Saúde Iraci Lopes
Rua Antônio Mendes, 02 - Sobrado - Vigário Geral

· Centro Municipal de Saúde Américo Veloso

Rua Gerson Ferreira, 100 - Ramos

· Centro Municipal de Saúde João Cândido

Av. Lobo Junior, 83, Penha Circular

· Centro Municipal de Saúde Hélio Smidt

Rua Tancredo Neves, s/n - Maré

· Clínica da Família Adib Jatene

Av. Canal, 364 - Maré

· Clínica da Família Joãozinho Trinta
R. Anamá, 55 - Vigário Geral

· Clínica da Família Aloysio Augusto Novis
Av. Brás de Pina, 651 - Penha Circular

Região do Grande Méier

· A coordenação de saúde da área disponibiliza carro que roda toda quarta-feira, pela manhã, para recolher leite humano de nutrizes cadastradas como doadoras nas unidades de Atenção Primária da região.

Região de Madureira e Adjacências

· Centro Municipal de Saúde Flávio do Couto
Rua Lúcio José Filho, s/n – Parque Ancheita

· Clínica da Família Ana Maria Conceição dos Santos Correia
Avenida Vicente de Carvalho, 1086 – Vila Cosmos


Região de Jacarepaguá e Adjacências

· Clínica da Família Barbara Mosley Souza

Avenida Otávio Malta, s/n - Anil


Região de Bangu e Adjacências

· Clínica da Família Antônio Gonçalves

Avenida Brasil, s/n - Realengo


Bancos de Leite Humano da Rede Municipal:

• Hospital Municipal Rocha Faria

Av. Cesário de Melo 3215 - Campo Grande

• Maternidade Alexander Fleming
Rua Jorge Schimidt 331 - Marechal Hermes

• Maternidade Carmela Dutra
Rua Aquidabã 1037 - Lins de Vasconcelos

• Maternidade Fernando Magalhães
Rua Gen.José Cristino 87 - S. Cristóvão

• Maternidade Herculano Pinheiro

Rua Andrade Figueira s/n° - Madureira

• Maternidade Leila Diniz
Av. Ayrton Senna 2000 - Barra da Tijuca  

domingo, 18 de junho de 2017

Programa de DNA

A Defensoria Púbica Geral do Estado do Rio de Janeiro, Instituição responsável pela assistência jurídica integral e gratuita às pessoas carentes, de forma pioneira implantou, desde 1996, o Programa de DNA representado pela Coordenação DNA/DPGE, localizado no  Fórum Antigo Leopoldina, em Olaria, que realiza exames IN VIVO e POST MORTEM para Investigação de Paternidade, Maternidade, retificação de óbito e comprovação de vinculo genético de parentesco, objetivando garantir o direito de cidadania através da informação de origem paterna/materna.

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro reserva parte de sua verba orçamentária para a contratação do Laboratório prestador de serviço especializado nesta investigação, atualmente o Medgen Tecnologia Avançada em DNA. 

Procedimentos para a realização do exame de DNA
Os Assistidos serão direcionados a esta Coordenação, através de Ofício de encaminhamento dos Defensores Públicos em exercício nas Varas de Família (em casos de propositura de ação ) e Núcleos de 1º atendimentos , à Rua Lucena s/nº Olaria, RJ (Forum Antigo Leopoldina), Telefones: 2332-2296 e 2332-2294, – Rio de Janeiro, para realização do exame, portando original e cópias da documentação, não sendo necessário cadastramento prévio, exceto nos casos de comarcas do Interior.

OBS: Os assistidos das Comarcas do interior devem ser agendados e cadastrados por telefone (2332-2296 e 2332-2294) no momento do atendimento pelo órgão de origem do encaminhamento, devendo este encaminhar para o e-mail dna.dpgerj@gmail.com a documentação escaneada e necessária para o cadastramento, momento em que será informado ao órgão o número do atendimento

Download da Resolução 669

Documentação necessária:
 Ofício de Encaminhamento (original e 3 copias)
   RG, CNH ou CTPS (original e 2 copias)
   Registro de Nascimento, quando menor de idade (original e 2 copias)
   1 copia do comprovante de residencia
   1 copia do CPF
   2 copias da certidão de obito (em caso de suposto pai ou suposta mãe falecidos)
   1 copia da petição inicial (e contestação, se possível), em casos de ação proposta.
 
Dias de cadastramento:
De acordo com os critérios estabelecidos na Resolução 669 de 25 de Outubro de 2012 (publicada no DO de 01 de novembro de 2012)  os dias de cadastramento são:

Dias: Terças-feiras e Quintas-feiras 
Horário: de 10:00 às 14:00

Munidos dos documentos solicitados para realização do exame. A data de entrega de laudo será informada aos assistidos no momento do atendimento.
OBS: 
Assistidos das Comarcas do interior devem ser agendados por telefone (2332-2296 e 2332-2294) no momento do atendimento no órgão de origem do encaminhamento, em vez de se dirigirem diretamente a Coordenação de DNA.

Coordenação Geral DNA: Gabriela Fernandes de Araujo
Secretária: Andréia Cardoso Ferreira

Fonte: www.defensoria.rj.def.br

quarta-feira, 14 de junho de 2017

NASP - Dia mundial do doador de sangue.


O Dia Mundial do Doador de Sangue se comemora em 14 de junho, doar sangue é um ato de solidariedade. Cada doação pode salvar a vida de até quatro pessoas, doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho.
Para salvar uma vida for necessária uma doação de sangue, só você cidadão, poderá fazê-lo. Por isso… ofereça-se, doe-se! Porque com este ato você faz uma Enorme Diferença!

Para fazer a doação é necessário:...
– Levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
– Estar bem de saúde;
– Ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 69 anos, 11 meses e 29 dias;
– Pesar mais de 50 Kg;
– Não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.


Quem não pode doar?
– Quem teve diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade
– Mulheres grávidas ou que estejam amamentando
– Pessoas que estão expostas a doenças transmissíveis pelo sangue como AIDS, hepatite, sífilis e doença de chagas
– Usuários de drogas
– Aqueles que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.
Nelio Miguel jr
Doador de Sangue

Grupo Portelamor - NASP
Abrace esta ideia.
www.portelamor.com
 

terça-feira, 13 de junho de 2017

Faculdade de Odontologia oferece tratamentos à população



O cidadão que busca tratamento odontológico de rotina na rede pública de saúde, na maioria das vezes, encara um longo percurso, sem garantias efetivas de êxito numa marcação. Já a pessoa que opta por assistência através dos planos de saúde também enfrenta certas dificuldades para atendimento por conta da baixa remuneração paga aos profissionais cooperados ou conveniados. Como nem todos possuem condições de arcar com a despesa de um tratamento particular, infelizmente muitos brasileiros acabam relegando a saúde bucal a segundo plano. Desde 1974, a UERJ vem sendo reconhecida como referência em assistência odontológica na atenção básica, especializada e hospitalar. A Clínica Odontológica de Ensino (COE), vinculada à Faculdade de Odontologia, é um espaço voltado para a formação de estudantes de graduação e de pós-graduação e, simultaneamente, de prestação de serviço de saúde de qualidade para as comunidades interna e externa a um preço simbólico. Coordenada pelo professor do Departamento de Prótese, João Luiz Portella Duarte, e pela técnica universitária superior dentista, Giselle de Albuquerque Pacheco, a COE conta com sete espaços físicos onde são desenvolvidas as atividades clínicas de todas as disciplinas práticas dos cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. Com sede no edifício Paulo de Carvalho, em Vila Isabel, a COE contabiliza uma média de 800 atendimentos por semana, conduzidos por estudantes do terceiro ao oitavo período do curso, sempre com orientação permanente dos professores da faculdade. Já na pós-graduação, são mais 50 pacientes semanalmente. A seleção de novos pacientes é baseada na necessidade acadêmica das especialidades e costuma ser divulgada no início dos períodos letivos. Segundo Giselle Pacheco, a implantação do novo currículo no curso prevê a integração de todas as especialidades clínicas. “Os alunos terão uma visão mais ampla de tudo, de planejamento, para não ficar muito direcionado a só uma especialidade. Serão clínicas multiprofissionais, multiáreas”, explicou. Já o professor João Portella Duarte ressalta que a arrecadação é revertida para compra de insumos para o funcionamento da COE. O servidor público Sérgio Mendes da Cunha está a quase dois anos fazendo tratamento na COE. Satisfeito com o segundo atendimento, ele garante que vai recomendar a clínica para a esposa. “Aqui tem um pessoal muito bom. São excelentes. Não se compara com lá fora”, disse. Já Daniella Varela Soares, estudante do 8° período, atua em procedimentos de reabilitação oral e acredita que essa experiência é muito útil para a formação dos profissionais. “A relação com os pacientes é ótima. Eles depositam toda a confiança e expectativa na gente”, explicou. Mais informações sobre os tratamentos oferecidos pela COE podem ser obtidas pelo telefone (21) 2868-8287, de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h, ou também pelo e-mail coe.odonto@uerj.br.

Fonte: Boletim semanal UERJ em dia

Anosognosia: que bicho é esse ???

Desde há uns tempos a esta parte que andava preocupado porque:
1. - Não me recordava dos nomes próprios;
2. - Não me recordava onde deixava algumas coisas;
3. - Quando estou a conversar e tenho que interromper o pensamento por ser interrompido, tenho dificuldades de continuar com a conversa no ponto em que a tinha deixado;
Enfim, creio que começava a pensar que tinha um inimigo dentro daminha cabeça, cujo nome começa por Alz...
 
Hoje li um artigo que me deixou bem mais tranquilo, por isso passo a transcrever a parte mais interessante:
"Se tu tens consciência dos teus problemas de memória, então é porque ainda não tens problemas"
Existe um termo médico que se chama ANOSOGNOSIA, que é a situação em que tu não te recordas temporariamente de alguma coisa. Metade dos maiores de 50 anos, apresentam algumas falhas deste tipo, mas é mais um fato relacionado com a idade do que com a doença.
Queixar-se de falhas de memória, é uma situação muito comum em pessoas com 50 ou mais anos de idade. Manifesta-se por não recordar um nome próprio, entrar numa divisão da casa e esquecer-se do que se ia lá fazer ou buscar, esquecer o título de um filme, ator, canção, não se lembrar onde deixou os óculos, etc. etc....
Muitas pessoas preocupam-se, muitas vezes em excesso, por este tipo de esquecimento. Daí uma informação importante:
"Quem tem consciência de ter este tipo de esquecimento, é todo aquele que não tem problemas sérios de memória. Todos aqueles que padecem de doença de memória, com o inevitável fantasma de Alzeimer, são todos aqueles que não tem registo do que efetivamente se passa.
B. Dubois, professor de neurológia de CHU Pitié-Salpêtrière, encontrou uma engraçada, mas didática explicação, válida para a maioria dos casos de pessoas que estão preocupadas com os seus esquecimentos:
" Quanto mais se queixam dos seus problemas de memória, menos possibilidades têm de sofrer de uma doença de memória".
Este documento é dedicado a todos os esquecidos que me recordo.
Se esquecerem de o compartilhar, não se preocupem porque não será Alzeimer... são os muitos anos que vos pesam dentro das vossas cabeças.
Autoria desconhecida